Ciclo Fiscal + Escada Bancária

 

1. Ciclo de Estudos Inicial para a Área Fiscal
Este ciclo foca nas matérias fundamentais do fisco. Elas exigem tempo para maturação e formam a base necessária para você avançar para disciplinas mais complexas.
[Português] ➔ [Direito Constitucional] ➔ [Direito Administrativo] ➔ [Contabilidade Geral] ➔ [Raciocínio Lógico/Mat. Financeira]
Estrutura sugerida de divisão de tempo
  • Contabilidade Geral: 25% do tempo total (é a matéria mais complexa e extensa).
  • Direito Tributário: 20% do tempo (o coração da área fiscal).
  • Português: 15% do tempo (garante pontos cruciais nos dois concursos).
  • Raciocínio Lógico / Matemática Financeira: 15% do tempo (interseção direta com o BB).
  • Direito Administrativo e Constitucional: 12,5% do tempo para cada uma (base jurídica essencial).
2. Tópicos de Informática/TI para Estudar em Conjunto
A área fiscal cobra Tecnologia da Informação (TI) avançada, enquanto o Banco do Brasil exige Informática com foco em ferramentas cotidianas e segurança. Estudar os tópicos abaixo garante o melhor aproveitamento para ambas as provas:
Onde os conteúdos se encontram (Estude agora)
  • Segurança da Informação: Conceitos de vírus, malwares, cavalos de troia, phishing, criptografia, assinaturas digitais e mecanismos de autenticação (cobrado no Fisco e essencial para o BB).
  • Redes de Computadores: Fundamentos de internet, protocolos (TCP/IP, HTTP, HTTPS), funcionamento de navegadores e computação em nuvem (cloud computing).
  • Banco de Dados: Conceitos básicos de organização de dados e modelagem conceitual. (O Fisco aprofunda em SQL, mas a base conceitual ajuda a entender as novas tecnologias cobradas pelo BB).
  • Legislação Digital: Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). É um tópico jurídico muito cobrado em provas fiscais recentes e matéria certa no edital do Banco do Brasil.
O que deixar apenas para o pós-edital do BB
  • Ferramentas de Escritório: Microsoft Office (Word, Excel, PowerPoint) e BrOffice. A área fiscal quase não cobra mais isso, mas o BB exige conhecimento detalhado de fórmulas e atalhos. Por ser um conteúdo mais simples e prático, você consegue revisar rapidamente apenas quando o edital do banco for publicado.
Onde a Área Fiscal "deixa buracos" para a prova do BB
Se você fizer apenas o estudo tradicional para o Fisco, você errará questões importantes do BB pelos seguintes motivos:
  • Ferramentas de Escritório: As provas da Área Fiscal praticamente abandonaram cobranças sobre Microsoft Excel, Word e PowerPoint (ou ferramentas BrOffice). Para o Banco do Brasil, esse bloco é cobrado no nível "hard", exigindo memorização de atalhos complexos, sintaxe de fórmulas lógicas, tabelas dinâmicas e configurações de formatação. 
  • Sistemas Operacionais na prática: O BB cobra rotinas operacionais detalhadas dentro do Windows 10/11 e distribuições Linux (como manipulação de arquivos, permissões e configurações de painel de controle). O Fisco assume uma visão muito mais macro e teórica disso.
  • Navegadores e Correio Eletrônico: Ferramentas de navegação (Edge, Chrome, Firefox) e ferramentas de e-mail (Outlook, Webmail) aparecem no BB com foco em recursos do dia a dia, configurações de cookies, histórico e atalhos de navegação.
O que a Área Fiscal cobre com sobra
O seu estudo fiscal cobrirá com extrema facilidade os tópicos de Segurança da Informação (criptografia, malwares, VPNs, firewalls) e Redes de Computadores (protocolos e computação em nuvem), além d LGPD.
Como resolver isso estrategicamente?
Não mude o seu foco agora. Continue estudando TI direcionado para a área fiscal. Quando o edital abrir, você fará uma "micro-intervenção" na sua rotina: 
  1. Separe 2 horas por semana no pós-edital.
  2. Foque essas horas puramente na resolução de questões da Fundação Cesgranrio sobre Excel, Word e Windows.
  3. Como você já terá uma excelente mente lógica moldada pelo Fisco, aprender as regras dessas ferramentas práticas será um processo rápido e puramente visual. 
PORTUGUES
INGLES
MATEMATICA
DIREITO TRIBUTARIO
TI
LEGISLACOES

LEGISLACAO ESTADUAL E MUNICIPAL
LEGISLACAO TRIBUTARIA SOBRE O CONSUMO
CONTABILIDADE


Comentários